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sábado, 9 de janeiro de 2010

49. CARLOS BARCÓN COLLAZO




Fecha de Nacimiento: 15 de mayo de 1937
Lugar de Nacimiento: Ferrol (A Coruña)
Se inició en labores de prensa en El Correo Gallego y La Noche y junto con otros artistas promovió la Sociedad Artística Ferrolana en 1970. Es académico correspondiente de Bellas Artes de Galicia (1990), miembro numerario de la Asociación Española Internacional de Críticos de Arte de Madrid y París (1982), miembro de la Unión de Periodistas (Madrid), miembro del Club de Prensa de Ferrol, fundador y director de la revista “Arte Galicia” y fundador y coordinador de la revista “Poesía Galicia”. Además, ha colaborado en periódicos, revistas y radio como La Voz de Galicia, El Ideal Gallego, Ferrol Diario, Mundo Gallego, El Correo del Mar, Finisterre, “Revista General de la Marina”, “Arteguía”, “Goya”, “Desarrollo” y Cope-Ferrol. Actualmente, sigue colaborando en Diario de Ferrol y es delegado de la revista “Círculo de Dirigentes” y asesor cultural y de Relaciones Externas del Puerto de Ferrol.

Obras realizadas:
Como miembro de jurado, ha participado en las Bienales de Arte de Pontevedra, V Premio Rioja de Pintura (Logroño), Certamen de Pintura Nelson Zumel (Madrid), Certamen de Arte de los Ayuntamientos de Burela, Mugardos y Cedeira y premio de Pintura de la Mar (Puerto de Ferrol, 2002). Además, fue miembro de redacción de las bases de la Mostra Unión Fenosa (1988), observador en la III edición del Certamen Jóvenes Artistas Europeos de la firma BPOIL España en Valencia y Castellón, director de la galería de arte Museum y organizador de la I Exposición Internacional de Revistas de Arte (1997), etc.

Otros datos de interés:
Entre los numerosos premios y galardones recibidos, destacan el Premio de Honor en la Exposición el VII Centenario de la Villa de Pontedeume (1971), segundo premio en la IV Exposición Ciudad de Mondoñedo (1978, primer premio en el Certamen de Artes Plásticas del Ministerio de Trabajo (Madrid, 1981), Medalla de Plata en el I Salón Militar de Pintura del Aula Naval de Cultura del Norte (A Coruña), segundo premio en la exposición Comisión Naval del Mar – Ayuntamiento de Vigo (1983) y segundo premio en el IV Certamen de Pintura de la Villa de Cedeira (1984)...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

11. JOSÉ GONZÁLEZ COLLADO

O pintor José González Collado nasceu em Ferrol em 1928.Aos 12 anos entra para a Escola de Artes e Ofícios de Ferrol, a mais antiga deste tipo na Galiza. Estuda na Escola de Aprendizes de Bazán, entrando no departamento de Delineamento e Electricidade dessa Empresa. Em 1942 conhece o já consagrado pintor Felipe Bello Piñero, eleito nesse mesmo ano Académico de Número da Real Academia de Belas-Artes de La Coruña. Aos 17 anos recebe o seu primeiro prémio na Exposição de Arte, Educação e Descanso, em La Coruña (1943); aos 18 anos recebe o primeiro prémio na V Exposição de Arte do SEU, em La Coruña, tendo-lhe sido concedida uma bolsa de estudo de apoio juvenil que lhe permitirá ir estudar para Madrid. Em 1944 realiza a sua primeira exposição individual no Casino Ferrolano, quando contava apenas 18 anos. Em 1945 desloca-se a Madrid para estudar pintura. O afã de aprender é enorme e visita diariamente o Museu do Prado: sente fascínio por Velázquez, admira Goya, que considera o melhor pintor do mundo, precursor do impressionismo e da pintura moderna. Regressa pouco tempo depois ao Ferrol para cumprir o serviço militar. Após a instrução militar, consegue através do escritor Camilo José Cela – que conhecera nas tertúlias da capital – o destacamento para Madrid para assim poder prosseguir os estudos. Por fim tem a oportunidade de realizar o exame de ingresso na Escola de Belas-Artes: desenha, em tamanho natural, uma figura de uma escultura grega de dois metros de altura. É aprovado em segundo lugar num curso de 90 alunos. Na Escola de Belas-Artes adquirirá conhecimentos de forma e cor, técnicas e estilos. Nessa época visita o magnífico pintor ferrolano Alvarez de Sotomayor, que se converte no seu protector e mestre, aconselhando-o e, em algumas ocasiões, prestando apoio económico. Em 1947 casa-se com Josefina Pena, com quem permanece feliz decorridos quase 40 anos de matrimónio. Deste casamento nasceram três filhas que seguem a senda artística dos pais: Fina, em publicidade, Lilí, no restauro de obras de arte e Merchi, no restauro de documentos. Viaja pelo norte de África, Marrocos e Argélia, onde pinta novos temas e cores. Em 1957 viaja a Paris onde se sacia de museus e pintores, naquele que é o centro mundial das últimas tendências artísticas desde o século XIX. Em 1959 regressa a Madrid e aí permanece até 1997, ano em que regressa ao Ferrol, onde monta o seu novo Estúdio 46, em que continua trabalhando com o vigor próprio de um jovem artista. No final de 2006, o Ayuntamiento de Ferrol organiza uma Exposição Antológica em que apresenta mais de 160 obras e que constitui um êxito de crítica e público. Ao mesmo tempo é-lhe concedida a insígnia de ouro da cidade e se urbaniza uma praça em frente ao seu estúdio que levará o seu nome: Praça de José González Collado.



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